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Televisão

“Pantera Negra” amassa concorrência e prova força dos enlatados na TV

No começo da década passada, quando a Netflix começava a engatinhar e a TV paga, catapultada pela expansão da classe C, arrebanhava milhões de clientes, autoproclamados especialistas em TV e mídia decretaram o fim dos enlatados na TV aberta. SBT e Record compraram a ideia, abrindo mão de renegociar os bons contratos que tinham em mãos. A Globo, maior produtora de conteúdo do país, preferiu escorar o andor e proteger o santo, que é de barro. Com bastante dinheiro em mãos, saiu adquirindo o refugo das concorrentes.

Ontem, para homenagear Chadwick Boseman, que tristemente nos deixou, a Globo exibiu “Pantera Negra” na Tela Quente. Em São Paulo, deu 27,1 pontos de média, com picos de 39,2. À 1h02 da madrugada, o enlatado marcava 23,2 pontos na região. No Rio de Janeiro, outra sova: 26 a 5. Se a Record não tinha nada de explosivo no horário, o SBT tinha bom material em mãos: a entrevista que Flordelis concedeu a Roberto Cabrini.

Semanas atrás, sem uma deixa adequada, a Globo reprisou “Uma Linda Mulher” no sábado a tarde. Deu 10,7 pontos de média, contra 4,2 do SBT e 4,2 da Record.

O que dá 10,7 pontos no SBT e na Record hoje em dia?

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