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CNN filma apoiador do Estado Islâmico em mesquita do Rio de Janeiro

O agravamento da crise no Oriente Médio e a escalada do terrorismo no Ocidente impactaram diretamente a imagem das políticas de resgate de refugiados na América e na Europa.

O Brasil é signatário dos tratados internacionais de direitos humanos da ONU há 65 anos e tem lei própria sobre o tema desde 1997, quando instituiu o Comitê Nacional para os Refugiados, o CONARE.

Os dados mais recentes revelam a presença de 8.863 refugiados no Brasil, de 79 nacionalidades distintas. Com 2.298 registros, os sírios são predominantes.

Os críticos das políticas imigratórias temem que o Brasil vire destino preferencial do Estado Islâmico, caso afrouxe a concessão de vistos especiais – em 2015, quase 29 mil refugiados pediram asilo. Nos debates, argumentam que países mais ricos, como a Alemanha e a França, têm demonstrado vulnerabilidade, e que falta uma política adequada de registro.

Em 2015, a CNN en Español revelou que o Rio de Janeiro já abriga defensores do Estado Islâmico.

Para repercutir o atentado na redação da “Charlie Hebdo”, a equipe do canal foi até a mesquita da Tijuca, para conversar com o imã Alí Momade. Antes da entrevista, flagrou um sueco apoiando o grupo terrorista e as decapitações dos “inimigos de Alá”.

O Brasil não atualiza desde abril os registros do CONARE.

  • Cezac

    Ao contrário, kkkk. Existe atualmente no senado um projeto de lei que anula o regulamento atual, baseando-se, veja só, na premissa de que ele é pensado para segurança nacional, e a proposta da “nova lei de imigração” sugere precisamente que a Polícia Federal não poderá deportar indivíduos que estejam ilegalmente no país.

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