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Emir Sader recebeu mais de R$ 274 mil sem licitação somente em 2014

Comentarista do “Repórter Brasil”, telejornal da TV Brasil, o acadêmico Emir Sader, por meio de sua empresa, teve à disposição, sem licitação, R$ 274.351,45 mil públicos entre março e setembro.

Os dados foram obtidos pelo Teleguiado no Portal da Transparência, que acusa ainda o empenho de uma nota de R$ 43.388,47, emitida antes do atual contrato entre o acadêmico e a EBC vigorar (consulte as imagens 1 e 2).

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Desde o primeiro contrato firmado entre Emir Sader e TV Brasil, o valor do “serviço” variou 67%. Em 2012, a verba global era de R$ 180.000,00. Em 2013, foi fixada em R$ 279.472,93. O acordo atual, grifado na imagem abaixo, prevê R$ 300.568,49. Neste período, a única coisa que não variou foi a audiência do “Repórter Brasil”. Continua 0.

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Os pagamentos e reservas têm valores variados, mas apresentam padrão na falta de transparência: sempre citam “outros serviços de terceiros” como elemento de despesa. Detalhamento é raridade.

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A ausência de licitação nos trâmites apresentados na imagem acima, por mais incrível que possa parecer, não configura qualquer crime.

Graças ao ato de inexigibilidade de licitação, empresas públicas podem contratar quem bem entenderem pelo preço que você, contribuinte, bem puder arcar.

Funcionários com maior exposição e sucesso na TV não faturam tanto quando Emir Sader.

Menos engraçada que o professor, a personagem Mamma Bruschetta fica mais de três horas diárias na Gazeta e recebe menos de R$ 10 mil mensais.

O artista de rua Rodela, este sim um concorrente do mesmo patamar, ganha R$ 300 quando grava o DNA do “Programa do Ratinho”.

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  • JG

    Que matéria tendenciosa. Do começo então: a lei 8.666/93 que prevê a inexigibilidade de licitação foi assinada por Itamar Franco, antes que digam que foi o PT. Em segundo lugar, o artigo 25 da referida lei, no inciso II afirma a inexigibilidade II “para a contratação de serviços técnicos enumerados no art. 13 desta Lei, de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização, vedada a inexigibilidade para serviços de publicidade e divulgação;”. O artigo 13 afirma, entre outros, no inciso I, como serviços os “estudos técnicos, planejamentos e projetos básicos ou executivos;”. Para quem não sabe, Emir Sader é Filósofo pela USP, Mestre em Filosofia, com concentração em Ética, pela USP e Doutor em Ciência Política, com concentração em Estado e Governo; ou seja é um profissional de “notória especialização” formado pela melhor Universidade brasileira e latino-americana. E esse cachê da TV tá bem defasado, ein? Vamos fazer comparações coerentes?

    • ILS

      Petista…ja quer fazer comparações…pra começo de conversa na matéria, ninguém questionou quem criou a lei…tem esse questionamento na matéria??? Eu não vi, portanto desnecessária sua colocação sobre a lei e sua autoria…segundo, não esta escrito “estudos técnicos, planejamentos e projetos básicos ou executivos” …a matéria explica que esta escrito, como qualquer um pode ler, custo variável é o que esta escrito…todos sabemos QUEM É Emir Sader…é petista que usa todos os meios para propagar coisas “boas” em favor do governo que vc CERTAMENTE defende…

      • Guest

        Lamento te decepcionar. Não voto no PT, nunca votei e muto menos sou petista. Se quiser rotular e me julgar por isso, faça com pelo foco certo: votarei em Luciana Genro. E desculpe, mas vou te decepcionar novamente: não tenho essa ingenuidade de perceber apenas o explícito: toda palavras, dita ou escrita, guarda um objetivo e uma ideologia, no mínimo; é só ler com atenção que se percebe. O que fica claro, ao se aprofundar no assunto é: tudo que foi feito nessa questão da matéria é LEGAL, está dentro da LEI; todos se aproveitam disso. É ÉTICO? É MORAL? Aí a discussão já é outra.

      • JG

        Lamento te decepcionar. Não voto no PT, nunca votei e muto menos sou petista. Se quiser rotular e me julgar por isso, faça pelo foco certo: votarei em Luciana Genro. E desculpe, mas vou te decepcionar novamente: não tenho essa ingenuidade de perceber apenas o explícito: toda palavras, dita ou escrita, guarda um objetivo e uma ideologia, no mínimo; é só ler com atenção que se percebe. O que fica claro, ao se aprofundar no assunto é: tudo que foi feito nessa questão da matéria é LEGAL, está dentro da LEI; todos se aproveitam disso. É ÉTICO? É MORAL? Aí a discussão já é outra.

        • Revista Calibre

          Vai votar na Luciana genro mas não é PT hahahahahahahahahgahahahahahahahahha
          a

          • LUMA

            HAHAHAHAHAHAHAHA

    • ReT Carvalho

      Querido, a questão não é a lei. E daí que o Emir tem mil especializações. Ele foi contratado pra exercer uma função numa tv estatal e ta recebendo muito aquém do condizente pra um programa com audiência quase 0. Quem paga o salário dele somos NÒS! Se fosse numa empresa privada, ele seria demitido ou não receberia 10% desse salário.

  • João Manga

    É INADMISSÍVEL NÃO DESCREVER O TIPO DE SERVIÇO PRESTADO, TRATAR A COISA PÚBLICA SEM RESPONSABILIDADE É MARCA REGISTRADA DESTE GOVERNO CORRUPTO E SEM ÉTICA!

  • Pingback: Jota Agostinho » Arquivo do Blog » COMUNISTA CHEIO DA GRANA()

  • Ronaldo

    A descrição usada é a correta. OST é o utilizado. se acha que deveria detalhar mais, deverá mudar a legislação. A nota foi emitida dentro da vigência do contrato. E finalmente, suas preferências dizem tudo, fique com Mama Bruschetta e Rodela. Matéria ridícula.

  • Pingback: Sociólogo que fez campanha pra Dilma Rousseff comemora fim da coluna de Dora Kramer Os bastidores da política nacional.()

  • Andre Aragao

    O pessoal cita os títulos do Sader como se significassem algo. Qualquer um que tenha acompanhado Sader por algum tempo, seja em aulas, palestras, vídeos ou redes sociais sabe o quanto ele é despreparado. Não conhece sequer o marxismo que professa como religião (não há outro modo de qualquer maneira). Também tortura a lingua portuguesa sem dó nem piedade. É evidente que a única razão pela qual recebe estes valores, sem trazer nenhum resultado para a tal TV estatal é por uma questão de lealdade a causa do “imperativo categórico”, o partido mafioso cujo objetivo é substituir as instituições e superar a “super estrutura burguesa”. É o pagamento pela sua lealdade. Como ele, há muitos outros. E é para sustentar isso que pagamos os escorchantes impostos mensais tanto na renda quanto no consumo e na distribuição, que impedem o Brasil de crescer e tornar-se verdadeiramente rico.

  • Edundupret

    Não vi a reportagem lá em 22/09/2014, mas meus parabéns ao Leandro Sarubo pela reportagem séria, mostrando realmente tudo.

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