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Sociedade

O que a Folha queria com a reportagem sobre a PM Juliane

Eduardo Scolese, editor do núcleo de Cidades da Folha, afirmou neste domingo, na coluna da ombudsman Paula Cesarino Costa, que a reportagem de Rogério Pagnan sobre os últimos momentos de vida da PM Juliane, assassinada na favela de Paraisópolis, não estava contaminado por juízos de valor.

Outra vez: papo furado. Todos ali sabiam o tipo de leitor que sentiria atração pela insidiosa chamada “Policial Juliane teve seus últimos momentos com bebida, pegação e dança”: o mesmo que escreve bobagens a respeito do assassinato de Marielle Franco, vereadora do PSOL que nasceu e cresceu no Complexo da Maré. Pouco importa a qualidade e a importância da pauta. O que vale é a audiência. O ruído.

Os comentaristas de portal venceram.

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