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Ligado ao Instituto Alana, “Catraquinha” defende performance do homem nu no MAM

Ligado ao Instituto Alana, o “Catraquinha”, versão infantil do “Catraca Livre”, defendeu a performance “La Bête”, onde o artista Wagner Scwartz fica pelado num tablado enquanto pessoas de todas as idades tocam seu corpo para “brincar com a noção de articulação e desarticulação de um corpo”.

Em “Performance no MAM polemiza e reacende reflexão: o que é arte”, o site cita o vídeo que uma criança interage com Scwartz, informa a definição legal de pedofilia e destaca o depoimento da pedagoga Caroline Arcari, especialista em abuso sexual infantil, sobre a responsabilidade dos pais na educação dos pequenos.

“Longe de julgar a mãe que levou a criança à performance e desejando que ela tenha conversado com a filha de que aquele foi um momento único e que, em outros contextos, a privacidade, o respeito ao corpo, os limites quanto às partes íntimas devem ser respeitados, ressalto que a prevenção da violência sexual se dá por meio do diálogo claro, honesto, contínuo”.

Para o Catraca Livre e o Instituto Alana, pais e filhos podem debater e assistir mostras de arte com nudez, mas não podem ser expostos a comerciais de brinquedos e chocolates.

Os millennials não conseguem manter um diálogo claro, honesto, contínuo.

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