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Quem pode e quem não pode ser machista

Clara Averbuck reclamou da letra de “Vidinha de Balada, sucesso da dupla Henrique e Juliano, em seu espaço no jornal Zero Hora. Disse que os versos da canção – ASSISTA AO CLIPE AQUI – traduzem “o puro purê do discurso abusivo” e que sofreu ao ouvir “centenas de meninas” empolgadas com os sertanejos.

“E depois é o funk que promove violência, né? Meus amores, violência de gênero é norma na nossa sociedade, tem no rock (ô, se tem), tem no rap, tem no funk e é claro que tem no sertanejo. Mas é incrível como passa batido no sertanejo, não é mesmo? Sempre que escuto um treco desses eu fico passada”.

Semana passada, Chico Buraque sofreu a mesmíssima acusação nas redes sociais. A patrulha do Leblon saiu em disparada atrás dos críticos, condenando todos que – injustamente, convenhamos – decidiram atacar a honra do compositor mais festejado da MPB.

A conclusão é banal e cristalina: o que toca na Nativa FM pode receber predicados negativos. O que toca na Nova Brasil FM, não.

Os intelectuais oprimem a paciência dos outros.

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