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Humor

Com humor involuntário, Vasco diverte e entretém

Fazer rir é uma missão das mais difíceis. É árdua a tarefa de quem se propõe a fazer o outro gargalhar em meio aos tempos ainda sombrios em que vivemos.

Vamos aos fatos:

Domingo, 8 de abril de 2018.

Em um Maracanã tomado pela apatia dos alvinegros que se autointitulam membros do G4 dos grandes times cariocas, uma magra vitória do Botafogo por 1 a 0 garantiu ao Vasco seu vigésimo quinto vice-campeonato estadual de futebol – o 12º apenas no atual modelo do certame, em vigor desde 1979.

Terça-feira, 10 de abril de 2018.

Na Arena Carioca I, único reduto esportivo em plena atividade – além da privatizada Jeunesse Arena, no imponente e fantasmagórico Parque Olímpico do Rio de Janeiro –,  a equipe de basquete do Bauru eliminou o Vasco do NBB 10, de virada. Mais um vexame da equipe criada pelo senhorzinho do charuto de São Januário com o único e firme propósito de derrotar o Flamengo, que segue firme na disputa com lugar garantido nas semifinais da edição atual. Quem sabe na próxima.

Quinta-feira, 19 de abril de 2018.

Em solo hermano, foi jogada a segunda partida de Racing-ARG e Vasco pelo Grupo 5 da Copa Libertadores da América – transformada em um arremedo de Champions League, mas isso é assunto para um próximo texto.

A cena do pênalti que originou o quarto gol da equipe argentina é digna de um Mazzaropi. Para além disso, uma coletânea de risos a cada chegada à meta adversa ao combinado de São Januário. Um show de humor para ninguém botar defeito.

Em três momentos distintos, ocorridos em tão curto espaço de tempo, temos humor de arrancar gargalhadas no mais triste dos homens. O Flamengo por vezes me decepciona. O Vasco, porém, JAMAIS.

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