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A crítica da Folha é qualquer coisa para lacrar

A Folha de São Paulo publicou hoje a crítica de “Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola”, dirigido por Fabricio Bittar e estrelado por Danilo Gentili, Fabio Porchat, Carlos Villagrán e Moacyr Franco.

De autoria de Mariana Galeano, o texto lamenta a escatologia e os palavrões do filme e ataca o vale-tudo pela piada.

“(O longa exibe) Qualquer coisa mesmo: diálogos chulos; enxurrada de palavrões; o gemidão do Whatsapp; cenas escatológicas de vômito, mijo na cara e cocô voando pelos ares; piadas sobre minorias, religião e até pedofilia; satirização ao bullying; corrupção de adolescentes e por aí vai”.

O Teleguiado não é um portal consagrado, mas sabe que comédias são filmadas para arrancar gargalhadas do público. Quem gosta de lição de moral e tem aptidão para “homem-massa” tem mais é que procurar um auditório da CPFL e morrer aos poucos no “Café Filosófico”.

Para inferiorizar o filme, o primeiro desde “A Partilha” a oferecer ao Brasil uma narrativa despretensiosa, tonta, típica de “Sessão da Tarde”, Galeano sustenta que “Porky’s” e “Curtindo a Vida Adoidado, clássicos oitentistas citados por Fabricio Bittar como referências cinematográficas para “os moleques”, são menos bobos e apelativos. Ferris Bueller, de fato, não faz nada demais em seu filme. Pee Wee, Billy, Tommy e Mickey, porém, poderiam andar de mãos dadas com a criançada no MAM, pois passam a maior parte da comédia sem roupa, atrás de sexo.

Puritana quando lhe convém, a crítica da Folha de São Paulo é qualquer coisa mesmo.

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